((((* "O QUE VEM SEMPRE ESTEVE AQUI, A PAZ ESTA DENTRO DE TI E SO VOCE PODE TOCALA, SER A PAZ SHANTINILAYA, NADA EXTERNO LHE MOSTRARA O QUE TU ES. NADA MORRE POR QUE NADA NASCEU, NADA SE DESLOCA PORQUE NADA PODE SE DESLOCAR VOCE SEMPRE ESTEVE NO CENTRO, NUNCA SE MOVEU , O SILÊNCIO DO MENTAL PERMITE QUE VOCÊ OUÇA TODAS AS RESPOSTAS" *)))): "ESSÊNCIAIS" "COLETÃNEAS " "HIERARQUIA" "PROTOCÓLOS" "VÍDEOS" "SUPER UNIVERSOS" "A ORIGEM" "SÉRIES" .

sábado, 16 de abril de 2011

RAM - 10-04-2011 - AUTRES DIMENSIONS

Ram - 10-04-2011


Mensagem publicada em 12 de abril, pelo site AUTRES DIMENSIONS.

Eu sou RAM.
Eu venho falar, pelas palavras, pela Vibração e pelo Silêncio.

Que a Paz e o Amor estejam em nós.

Eu venho falar-lhes sobre o novo Sopro.
Vejamos, primeiramente, o que é o Sopro.

Habitualmente, o Sopro, ligado ao ar, é algo considerado como animação.
O Sopro é, portanto, o que anima, o que põe em movimento.

O sopro, comumente, é a respiração.
O novo Sopro é, portanto, um Sopro que vai, então, diferenciar-se do sopro antigo.
Ele será, também, animação e movimento, mas não será mais ligado exclusivamente ao ar, mas misturará, nele, a Luz.

A Luz tornar-se-á, portanto, o Sopro.
A manifestação será o Fogo, chamado Fogo do Espírito.
O Sopro do Ar e o Sopro do Espírito não se manifestam do mesmo modo.

O sopro habitual do humano na encarnação é a respiração.
Essa respiração, estabelecendo-se nos pulmões, põe em movimento, quando de algumas formas de respiração, o diafragma, o ventre e os orifícios chamados respiratórios.

Numerosas almas, tendo experimentado o despertar, constataram e viveram a passagem dessa respiração pulmonar e ventral manifestando-se diferentemente no Coração e, para alguns, essa respiração concerne ao conjunto do corpo.

É claro, a anatomia e a fisiologia mostram que a respiração está presente em todas as partes do corpo e em cada célula, uma vez que existe uma respiração celular que era, até o presente, não consciente para além do limiar da percepção.
E depois, essa respiração celular tornou-se consciente e percebida, ou no Coração, ou na escala do corpo, porque esse Sopro, essa respiração, esse ar, misturou-se, além do ar, com partículas de Luz chamadas Adamantinas ou partículas Supramentais.

O ar tornou-se, portanto, de algum modo, mais Vibrante e mais consciente e, portanto, percebido em lugares onde não era percebido até o presente.

Esse Sopro que se modifica é também um som percebido.

A Terra, assim como o humano, respira.
Essa respiração, que se amplifica, passa, ela também para outra etapa, que não é ainda o Sopro novo, mas um Sopro amplificado, traduzindo-se, como para o Homem, por uma Vibração mais intensa desse Sopro percebido por um som.

O som é Sopro e, como animação, ele é também Verbo.
O Verbo é um Sopro, mas esse Sopro não é o mesmo que aquele da respiração.
O Verbo é um Sopro magnificado e transcendido, constituído de outra coisa que do ar.
O Verbo é constituído de Fogo, como alguns puderam constatar.

Essa respiração, difundindo-se na escala do corpo, pouco a pouco, num sentimento e numa percepção de respiração, está se tornando o Sopro novo, Sopro do Espírito, respiração do Fogo, traduzindo a integração da Luz e das partículas Adamantinas na própria célula, percebida sob forma de agulhadas, de calor e de Fogo, transbordando largamente o quadro dos chacras, dos novos corpos, para estabelecer-se no corpo inteiro.

Essa animação pelo novo Sopro, Sopro do Espírito, permite, portanto, uma nova arquitetura.
Nova arquitetura que se desenvolve na Luz e pela Luz.

Existe, portanto, uma alquimia do antigo Sopro para o novo Sopro pela associação de um novo elemento.
Esse novo elemento, Fogo do Espírito, esse novo Sopro, é destinado a construir uma nova forma, uma nova Vibração, acompanhando-se, ao mesmo tempo ou sucedendo-a, pelo desaparecimento do antigo Sopro e da antiga estrutura.

O novo Sopro, percebido e Vibrado, é o reflexo fiel do Fogo do Espírito e, portanto, da nova estrutura de Luz sintetizando-se.

Esse Sopro novo vem também, na própria Consciência, modificar a Consciência, transformá-la e abrindo-a às outras consciências, para outro estado, para outra Vibração.

O que acontece, quando da passagem do Sopro antigo ao Sopro novo, traduz-se, na Consciência, por um Fogo e um Amor vindo abrasar e dissolver o antigo, que esse antigo porte o nome de mental, de corpo ou mesmo de identidade.

A Abertura da boca ao Verbo traduziu, para vocês, a transformação do Sopro onde o Fogo se substitui, após ali estar aglomerado, ao ar.
Assim, respirando normalmente o Sopro antigo, estabelecendo uma respiração nova pela boca, absorvendo e difundindo por uma estrutura nova: Tubo de Cristal, Canal do Éter, Lemniscata sagrada.

Essa animação pelo Espírito e pelo Sopro do Espírito vem, portanto, transmutar o que deve sê-lo, fazendo desaparecer o antigo e deixando aparecer o novo.

O Fogo do Espírito queima o que não é ele mesmo, permitindo ao corpo de Existência ou corpo imortal reapropriar-se a si mesmo.

Essa apropriação confere a liberdade do Fogo, a liberdade do Espírito, a autonomia do Fogo do Espírito.

O Fogo do Espírito não tem mais necessidade do ar para queimar.
Ele tem necessidade apenas do que é ele mesmo, ou seja, Luz.

Assim, o humano, Irmãos e Irmãs em evolução, passa por essa etapa em que o Fogo do Espírito torna-se o Sopro animação, para além da pessoa limitada, sua identidade reencontrada, identidade não limitada, identidade de Fogo.

As partículas que constituem sua nova animação, Agni Deva, partículas Adamantinas, partículas Ultravioletas, partículas de Espírito Santo, são os tijolos e os constituintes da identidade, para além da identidade.

O testemunho dessa evolução é uma Vibração extremamente rápida, Fogo do Espírito, respiração pelo Espírito, traduzindo a irrupção e a constituição do Supramental.

Nova identidade, traduzindo a morte e uma desidentificação ao efêmero e do efêmero.

O Sopro do Ar anima uma forma efêmera.
O Sopro do Espírito anima uma forma eterna, não limitada, não identificada, não fragmentada.

Uma identidade Unitária em que o nome é apenas acessório, simples reflexo e testemunho da Vibração, porque a identidade veiculada pelo Sopro do Espírito é a mesma que todos os Sopros, que todos os Espíritos e que tudo o que é animado pelo mesmo Espírito.

O que se produz, para aqueles dos Irmãos e das Irmãs indo para o novo Sopro, é vivido e percebido no interior e no exterior mesmo da identidade limitada.

O Ilimitado se constrói, portanto, no suporte do limitado, que esse limitado seja um corpo de carne ou um corpo astral, para aquele que deixou o aspecto visível desta densidade.

Um processo, chamado Liberação, viu, há muito pouco tempo, o desaparecimento dos entraves ao Fogo do Espírito, necessários até aquele tempo.

Certo número de condições prévias era necessário (e o é ainda, para aqueles que não o vivem) para viver o Fogo do Espírito: Humildade, Simplicidade, Amor e os quatro Pilares.
Mediante o que, a instalação nessas condições traduz-se pela alquimia desse Sopro antigo para o Sopro novo.

Essa passagem ao Sopro do Espírito produz-se de maneira concomitante à passagem da Terra e deste universo, desse sistema solar, do Sopro do Ar ao Sopro do Fogo.

Quando da passagem do Sopro do Ar ao Sopro do Fogo, a Consciência passa do Ar ao Fogo, Fogo que é Luz e Amor.

Toda Passagem e toda transformação, todo ciclo, começa sempre pela instalação do Fogo, Fogo impulsionado, ao nível individual como ao nível da consciência coletiva, humana e outra, e desencadeado por um dos Hayot Ha Kodesh, servindo e manifestando Metatron, que é o Anjo Vehuiah.

Vehuiah é instalado no período anual que é o seu, mas, desta vez, para a Eternidade.
Vehuiah reaparece nesta Dimensão da Terra entre 23 e 27 março.
Ele estende seu reino de Fogo do Espírito, novo Sopro, nova Vida, novo Mundo.

A aceleração do Sopro que os anima traduz sua transformação em Fogo, prefigurando e antecipando o Fogo do Céu.

O Fogo do Céu e da Terra, em fusão, chamada Fusão dos Éteres, traduz-se e traduzir-se-á por um mecanismo de dissolução da Consciência tornando-se esse Fogo, essa Vibração, que basculará no Tudo, a fim de tornar-se o Tudo, o que ela é já, mas sem reconhecimento possível.

Assim, o novo Sopro vai bem além do Sopro da respiração, vai bem além da animação de uma nova forma, porque o novo Sopro é a Unificação, retorno à Unidade, ao Um, abolindo qualquer distância e qualquer discriminação, mecanismo de alquimia que pode ser nomeado Fusão.

Essa alquimia, essa Fusão é um ato de Amor, estabelecendo o estado de Paz absoluta, Sat Chit Ananda.

O Fogo do Espírito é autônomo.
Ele é a Inteligência da Luz.
Ele é o Espírito de Verdade.
Ele é o Alfa e o Ômega, o Caminho, a Verdade e a Vida.

O Fogo do Espírito eleva o Fogo do Coração.
O novo Sopro, traduzindo a Nova Aliança, é uma Consciência Unificada.
O novo Sopro é revelação da Luz Una.
Novo Sopro, Fogo.
Desenvolvimento e Ascensão resultante desse Fogo.

A Fusão dos Éteres, Fogo do Céu, Fogo do Coração e Fogo da Terra não permitirá mais distinguir o Céu da Terra, traduzindo-se na Consciência, ainda veiculada pelo antigo Sopro, em parte, por um estado novo.

Esse estado, cuja tradução é a Paz e a Alegria, conduz a viver Sat Chit Ananda de maneira cada vez mais evidente.

O Fogo chama o Fogo.
Aí está o sentido do coletivo em sua individualidade, aí está o sentido do Amor e a inteligência do Amor, pela Vibração comum do Fogo do Espírito na célula, na Consciência e, sobretudo no Coração.
Esse retorno ao Fogo do Espírito, esse novo Sopro, tendo feito apenas um exato retorno à Unidade.

Não resistir, não se opor, aquiescer e integrar é, de algum modo, vital para deixar o Fogo do Espírito estabelecer-se sem entrave.
Senão, o Fogo insinuar-se-á na personalidade, traduzindo então o fogo do ego, inflação do que é limitado, manifestando-se, então, não mais sob forma de Alegria, de Paz, Sat Chit Ananda, mas sob a forma de emoções as mais bárbaras e as mais impulsivas da humanidade.

É isso que seu olhar exterior contempla hoje sobre a Terra.
Isso tem apenas um tempo porque, a um tempo dado, o Fogo do Espírito dissolverá também o fogo do ego, porque o ego se consome com o Fogo da Luz do Espírito.
Mesmo se ele crê, num primeiro tempo, poder dele beneficiar-se.

Viver o Novo Sopro é já perceber dele os efeitos, mas é também aceitar tornar-se esse Fogo, o que é sua natureza, para além desta Dimensão.

Acolhamos tudo isso agora, na Vibração.

... Efusão Vibratória...

Acolhamos tudo isso agora, no Silêncio.

... Efusão Vibratória...

O Novo Sopro é, portanto, uma Nova Aliança, uma Aliança de ressonância, de Liberdade, de ilimitado e de autonomia.

Cada um e cada uma é chamado ao batismo do Espírito, ao batismo de Fogo.

Esse apelo é em forma, de fato, de uma injunção ou de um impulso veiculado de maneira tangível e visível pelo Sol, pelo Coração, o seu como aquele do Universo, como aquele das galáxias, como aquele do átomo.

Recordem-se sempre de que vocês estão no exterior da Vida, desse lado de cá do véu, onde vocês estão e de onde eu lhes falo, e tudo o que seus olhos verão acontece exatamente do mesmo modo em vocês.

Isso foi dito em outros termos, e eu reitero, porque seu Fogo do Espírito vai se calcar com o Fogo do Céu e o Fogo da Terra.
Porque a Fusão dos Éteres, do Céu e da Terra, realiza a própria Fusão de vocês.
Sua última reversão é vivida agora, permitindo ao Novo Sopro estabelecer-se inteiramente em sua Consciência e nesse veículo efêmero.

O Eterno construindo-se no efêmero, permitindo, justamente, por fim ao efêmero.

Escutemos isso pela Vibração.

... Efusão Vibratória...

E ouçamos isso pelo Silêncio.

... Efusão Vibratória...

O Fogo do Sol, o Fogo do Átomo, o Fogo da Célula é exatamente o mesmo.
É, portanto, indispensável (e é o que se realiza) que o Novo Sopro estabeleça-se, de todos os modos possíveis e em todas as correspondências, Interiores e exteriores, microscópicas e macroscópicas, astrofísicas e fisiológicas.
É o que vocês assistem.
É para o que vocês dão sua vida.
É o que vocês vivem.

Vibração, mesma palavra.

... Efusão Vibratória...

No silêncio, mesma palavra.

... Efusão Vibratória...

O processo em curso, estabelecendo o Novo Sopro, traduz-se, muito exatamente, pelo que vocês vivem, o que é consciente.

Esse apelo do Fogo do Espírito que vocês vivem é, eu repito, um processo inteligente, criado e antecipado em tempos imemoráveis, restabelecendo a Inteligência Suprema, aquela do Conhecimento, indo bem além do simples conhecimento, porque é um processo de alquimia íntima, de fusão total, se preferem.

A passagem ao Novo Sopro induz, de modo lógico, o desaparecimento de tudo o que havia sido construído com o antigo Sopro e sob a influência das forças chamadas gravitacionais.
Isso concerne a esse corpo, como a todos os corpos, quaisquer que sejam.

Eu entendo por isso: corpo social, corpo político, corpo afetivo, corpo mental e corpo emocional, individuais e coletivos.

O Novo Sopro é, portanto, um Sopro devorador, Aliança de Fogo, que se estabelece agora pela Vibração e pelo Silêncio.

... Efusão Vibratória...


Irmãos e Irmãs, esperando que essas palavras e essas Vibrações irão no sentido da não resistência à morte do antigo, que é de fato apenas o Nascimento, o verdadeiro.

Se estão presentes em vocês interrogações sobre o que acabo de enunciar, então, eu respondo agora.

Questão: convém doravante respirar unicamente de boca aberta?
Dentro de muito pouco tempo a ativação final do Yoga Integrativo (ndr: rubrica «protocolos / Yoga Integrativo – as Cruzes mutáveis das Estrelas» de nosso site), selada pela intervenção de Miguel, Arcanjo, permitir-lhes-á compreender que a respiração é viver, que a respiração far-se-á independentemente mesmo de sua consciência, de sua abertura ou fechamento de boca, fora dos espaços de seus alinhamentos, uma vez que o Sopro do Espírito (ou Novo Sopro) os percorrerá no corpo e na consciência.
Isso corresponde, para vocês, para alguns, ao fato de viver instantes fora da linearidade do tempo, da Dimensão onde vocês estão.
Isso se faz de modo natural.

Questão: sentir a respiração como uma expansão-contração Interior, percebendo o som da Terra, participa desse processo?
Inteiramente.
Corresponde à passagem do antigo Sopro para o Novo Sopro.

Questão: como superar o medo quando se vive esse gênero de fenômenos?
Eu responderia que isso é impossível.
Porque o medo é também aquele que se manifesta quando do último Sopro, quando há passagem do que vocês chamam «vida à morte».

Isso passa pela compreensão e a vivência do que foi chamado, num primeiro tempo, bem antes da etapa coletiva, o «switch da consciência» e, agora, «o choque da humanidade».

O antigo Sopro e a antiga animação de Vida deve ceder o lugar ao novo.
É uma Ressurreição.

O medo é apenas a resistência da personalidade que não quer, justamente, apagar-se.
Não existe qualquer meio, na referida personalidade, para fazê-la aderir a esse Sopro Novo.

É a amplificação do Supro Novo e seu aparecimento no Éter da Terra, pela fusão dos Éteres que realizará, para a maior parte de vocês, esse processo.
Com ou sem resistência.

Questão: essa passagem do antigo ao Novo Sopro explica os pontos dolorosos que percorrem o corpo sem deixar vestígios?
Inteiramente.

Questão: esse Novo sopro substituirá o antigo ou haverá coabitação dos dois?

Essa coabitação se produz nesse momento mesmo, mas ela termina.

Questão: o estabelecimento do Fogo do Espírito é progressivo e consciente para cada um?
Ele é progressivo e totalmente inconsciente para a grande parte da humanidade que não está desperta, que não Vibra em suas Coroas, e esse Fogo do Espírito é desviado pelo antigo Sopro, para impedir o Novo Sopro de estabelecer-se.
Isso se chama resistência, dor e fogo do ego, traduzindo-se pelo aparecimento ou o desenvolvimento de uma vontade pessoal de manter, custe o que custar e de qualquer forma, a Ilusão.

A fase atual é a irrupção da Luz, de maneira consciente na Consciência da Terra, mesmo para aqueles que estão inconscientes e que recusam olhá-la.

Isso se traduz por todos os mecanismos aos quais vocês assistiram e que estão há a caminho.

Eis a resposta da Vibração.

... Efusão Vibratória...

Não temos mais perguntas. Agradecemos.

Irmãos e Irmãs na humanidade, que o Sopro do Espírito os preencha de graças e os anime de Alegria.

Saudações e bênçãos.

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