((((* "O QUE VEM SEMPRE ESTEVE AQUI, A PAZ ESTA DENTRO DE TI E SO VOCE PODE TOCALA, SER A PAZ SHANTINILAYA, NADA EXTERNO LHE MOSTRARA O QUE TU ES. NADA MORRE POR QUE NADA NASCEU, NADA SE DESLOCA PORQUE NADA PODE SE DESLOCAR VOCE SEMPRE ESTEVE NO CENTRO, NUNCA SE MOVEU , O SILÊNCIO DO MENTAL PERMITE QUE VOCÊ OUÇA TODAS AS RESPOSTAS" *)))): "ESSÊNCIAIS" "COLETÃNEAS " "HIERARQUIA" "PROTOCÓLOS" "VÍDEOS" "SUPER UNIVERSOS" "A ORIGEM" "SÉRIES" .

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

E A CIÊNCIA LIMITADA COLOCA A ÚLTIMA CEREJA EM NOSSO BOLO

E A CIÊNCIA LIMITADA COLOCA A ÚLTIMA CEREJA EM NOSSO BOLO

Thaís/Anthonio, boa tarde!

Achei essas duas notícias e achei bem interessante.

Será que mesmo com estas notícias esfregando na cara do povo, as pessoas ainda não percebem que os terremotos e os tsunamis têm relação direta com o que vem de fora da nossa Terra e que tem algo muito maior por trás de tudo que está ocorrenco!?

Muita paz e luz.
Flávio Diggelmann



Análise da ionosfera "pode prever terremotos"

PAUL RINCON
São Paulo

Cientistas da Nasa afirmaram que descobriram uma ligação entre perturbações elétricas nos limites da atmosfera terrestre, a ionosfera, e a ocorrência de terremotos - o que poderia levar ao aperfeiçoamento de um novo sistema de alarme contra terremotos.
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Um destes sinais foi detectado dias antes do terremoto da China, em maio, que deixou 69 mil mortos e outros 18 mil desaparecidos. A ionosfera se diferencia de outras camadas da atmosfera da Terra, pois, devido à exposição à radiação solar, é carregada eletricamente. Em um número significativo de ocasiões os satélites captaram perturbações nesta camada, entre 100 e 600 km acima de áreas onde vieram a ocorrer terremotos depois.

"Acredito que seremos capazes de estabelecer uma correlação clara entre terremotos e certos sinais antes de sua ocorrência, de uma forma equilibrada", afirmou Minoru Freund, físico e diretor de materiais aeroespaciais avançados no Centro de Pesquisa Ames da Nasa, na Califórnia.

"Temos boas informações científicas, estou otimista e cauteloso, e estamos projetando uma série de experiências para verificar nossas informações", acrescentou.

Outros terremotos


Um estudo analisou mais de 100 terremotos com magnitudes de 5 graus ou mais em Taiwan, durante várias décadas. Os pesquisadores descobriram que quase todos os terremotos que ocorriam a uma profundidade de cerca de 35 quilômetros eram precedidos de uma perturbação elétrica diferente na ionosfera.

A análise foi feita por Jann-Yeng Liu, do Centro de Pesquisas Espaciais em Chung-Li, Taiwan. Os detalhes completos ainda não foram divulgados mas a BBC compreende que os cientistas também observaram um sinal "enorme" na ionosfera antes do terremoto de magnitude 7,8, que atingiu a China no dia 12 de maio.

Teoria

Minoru Freund e seu pai, Friedemann Freund (que também trabalha no Centro de Pesquisa Ames da Nasa) desenvolveram uma teoria para estes precursores de terremotos. A idéia é de que quando as rochas são comprimidas, como ocorre quando placas tectônicas se movem, elas agem como baterias, produzindo correntes elétricas.

Segundo esta teoria, esta carga elétrica, formada por um tipo específico de elétrons, capaz de percorrer grandes distâncias em experiências em laboratórios.
Quando esta carga viaja para a superfície da Terra, a superfície fica carregada com cargas elétricas positivas, que são fortes o bastante para afetar a ionosfera, causando as alterações que podem ser captadas por satélites.

A equipe da Nasa está trabalhando com uma equipe britânica para investigar a possibilidade de criação de um sistema de alerta de terremotos com o uso de satélites. Stuart Eves, diretor de desenvolvimento de negócios da Surrey Satellite Technology Limited, a companhia que participa da iniciativa, afirmou que o que não se sabe "é a magnitude do efeito e o quanto dura antes do terremoto".

Mais pesquisas


O geofísico Mike Blanpied, do Estado de Virgínia, Estados Unidos, afirmou que as experiências com as rochas foram feitas em laboratórios. Mas, nas profundidades da crosta terrestre as condições são outras, principalmente de pressão e temperatura.

Minoru Freund concorda que é necessário mais trabalho para melhorar a pesquisa. Mas já afirmou que está trabalhando em uma proposta para um sistema de alerta baseado no uso de, pelo menos, três satélites.

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http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI2930044-EI300,00.html

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Brilho na ionosfera anuncia tsunami com uma hora de antecedência



A linha vermelha representa a localização do tsunami ao nível do oceano no momento em que a imagem foi feita.[Imagem: Jonathan Makela]

Luminescência na ionosfera

Uma equipe internacional de pesquisadores, incluindo um cientista brasileiro, descobriu que pode ser possível detectar mais rapidamente um tsunami olhando para o ar do que para a água. O grupo descobriu que a formação do tsunami gera uma "assinatura" característica na forma de uma leve luminescência, uma espécie de brilho, nas camadas mais altas da atmosfera.

A luminescência precede o tsunami em cerca de uma hora, sugerindo que a tecnologia poderá ser usada como um sistema de alerta complementar para a população. Os pesquisadores usaram uma câmera especial em Maui, no Havaí, para captar a assinatura gerada pelo terremoto de 11 de Março, que gerou um tsunami que devastou grandes áreas de Japão.

A luminescência foi detectada a 250 quilômetros de altitude.

Ondas de grande amplitude

Tsunamis podem gerar ondas de amplitudes significativas na atmosfera superior - neste caso, gerando o brilho na camada de ar.

Conforme um tsunami se move através do oceano, ele produz ondas de gravidade atmosféricas, forçadas pelas ondulações na superfície do oceano, mesmo que estas tenham poucos centímetros de altura.

As ondas podem alcançar vários quilômetros de altitude, onde a atmosfera neutra coexiste com o plasma na ionosfera, causando perturbações que geram o brilho.
Os cientistas verificaram que as propriedades das ondas na alta atmosfera coincidiam com as medições do tsunami ao nível do mar, confirmando que o brilho foi originado pela onda gigante.

Céu claro e sorte


A observação confirma uma teoria desenvolvida na década de 1970, que propõe que a assinatura de tsunamis pode ser observada na atmosfera superior, especificamente na ionosfera. Mas, até agora, a teoria só havia sido demonstrada usando sinais de rádio transmitidos por satélites.

"Gerar uma imagem dessa resposta usando a luminescência é muito mais difícil porque a janela de oportunidade para fazer as observações é muito estreita," explica Jonathan Makela, da Universidade de Illinois em Urbana-Champaign, nos Estados Unidos. "Nossa câmera estava no lugar certo, na hora certa."

Na noite do tsunami, as condições acima do Havaí estavam ótimas para permitir o registro da luminescência: eram quase 02:00 horas da madrugada, sem a lua e sem nuvens obstruindo a visão do céu noturno.

De cima para baixo

O grande inconveniente de usar o brilho da ionosfera como um sistema de alerta de tsunamis é que ele somente seria eficaz em noites de céu muito claro.

Os cientistas afirmam que a alternativa é colocar uma câmera especial a bordo de um satélite geoestacionário, que poderia monitorar continuamente grandes regiões oceânicas. O estudo contou com a participação do pesquisador Alan Kherani, do Instituto Nacional de Pesquisais Espaciais (INPE).

Bibliografia:
Imaging and modeling the ionospheric airglow response over Hawaii to the tsunami generated by the Tohoku earthquake of 11 March 2011
J. J. Makela, P. Lognonné, H. Hébert, T. Gehrels, L. Rolland, S. Allgeyer, A. Kherani, G. Occhipinti, E. Astafyeva, P. Coïsson, A. Loevenbruck, E. Clévédé, M. C. Kelley, J. Lamouroux
Geophysical Research Letters
Vol.: 38, L00G02
DOI: 10.1029/2011GL047860


http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=tsunami-detectado-brilho-ionosfera

Nota MM: Perderam tanto tempo com isso, pois a ionosfera foi pro beleléu com um créu de Miguel.

http://minhamestria.blogspot.com/
http://a-casa-real-de-avyon.blogspot.com/

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