((((* "O QUE VEM SEMPRE ESTEVE AQUI, A PAZ ESTA DENTRO DE TI E SO VOCE PODE TOCALA, SER A PAZ SHANTINILAYA, NADA EXTERNO LHE MOSTRARA O QUE TU ES. NADA MORRE POR QUE NADA NASCEU, NADA SE DESLOCA PORQUE NADA PODE SE DESLOCAR VOCE SEMPRE ESTEVE NO CENTRO, NUNCA SE MOVEU , O SILÊNCIO DO MENTAL PERMITE QUE VOCÊ OUÇA TODAS AS RESPOSTAS" *)))): "ESSÊNCIAIS" "COLETÃNEAS " "HIERARQUIA" "PROTOCÓLOS" "VÍDEOS" "SUPER UNIVERSOS" "A ORIGEM" "SÉRIES" .

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

VAMOS FECHAR OS OLHOS?

VAMOS FECHAR OS OLHOS?

Olá Anthonio e Thaís,

Eu hoje falei um pouco da minha experiência com canalizações de Mestres Ascensos (Nota MM:
"PODCAST: OITO CORAÇÕES COM SUAS ESPADAS"). Mas não senti necessidade de contar a história até o final.

Agora a pouco eu me lembrei de um recado que um deles me pediu para passar ao grupo com o qual eu me reunia, e fui lá buscar o texto.

O que eu não disse no podcast, foi que depois que tive aquela conversa com a Fonte e os Mestres se calaram, após alguns dias eles voltaram a falar.

Mas apesar de usarem os mesmos nomes, eu percebi que a vibração era outra completamente diferente. Eu tinha certeza que apesar de os nomes serem os mesmos, os Seres que estavam ali eram outros. Acredito que os nomes ficaram por causa de resistências minhas, que naquela época só aceitava o que vinha dos Mestres.


O conteúdo do que diziam mudou radicalmente. Começaram a arrebentar com o livre arbítrio, botaram o amor incondicional no chão, insistiram para que olhássemos para dentro de nós, acabaram com a palhaçada de almas gêmeas, falaram insistentemente sobre o silêncio, se negaram a dar qualquer tipo de resposta pronta e sempre nos incentivavam a buscar cada vez mais em nosso interior e a sempre confiar na Luz e nunca na mente. Ou seja, como eu disse antes, os nomes ficaram, mas quem estava ali decididamente não eram os Mestres Ascensos (e digo isso com muita certeza, pelo tipo de Vibração que sentia).


Isso provocou revolta em algumas pessoas do grupo, e logo deixamos de nos reunir. Teve até gente que jogou muita pedra em mim. Quando o assunto era açucarado, tudo era lindo. Mas quando o que era dito não agradou aos egos, eu virei uma farsante maluca. Engraçado isso, né? Hoje eu me divirto lembrando.


Estou contando isso a vocês, porque adoro compartilhar o que a inteligência da Luz é capaz de promover em nossas vidas. E eu só precisei abrir meu coração e ter uma conversa sincera com Ela. Eu só fiz isso.


Então, voltando ao texto, acredito que não lembrei dele "por acaso", e estou enviando pra vocês. Fiz algumas modificações para adequar à linguagem que usamos, mas o conteúdo é o mesmo. Este foi o último recado que me pediram pra passar ao grupo, em dezembro de 2010. Não foi um texto com um Mestre dando alguma aula, mas já no formato em que costumo acessar agora, ou seja, uma historinha ou algo parecido com um bate papo.


Achei legal lembrar desse texto hoje. Se sentirem que vale postar, mandem ver.


Beijos


Beth Rodrigues




Vamos fechar os olhos e os ouvidos só um pouquinho?

É mais ou menos o seguinte: os olhos físicos abertos enxergam todo o tumulto que ocorre à nossa volta, nos distraem e desconcentram de nossos focos. Os ouvidos físicos captam os sons tumultuados do mundo, nos distraem e às vezes assustam.

Fechar os olhos e os ouvidos é aprender a ver e ouvir o mundo com os olhos e ouvidos do coração. É sentir a visão e não ver, é perceber a audição e não ouvir. É estar em tudo, sem limitar-se por um sentido físico.

Quando você fecha os olhos e os ouvidos e abre o coração, começa a enxergar e escutar o que não acessava antes. Os sons e as Presenças de Luz do universo só são verdadeiramente percebidos pelo coração, e por nada mais.

É preciso saber o que está acontecendo no mundo, porque ainda estamos nele. Mas saber o que acontece não é viver, é só saber. Não precisamos deixar que as imagens e o som tumultuado dos problemas do mundo nos distraiam de nosso verdadeiro rumo.

Só por brincadeira, vamos imaginar a seguinte situação: dois caminhantes estão no deserto e sabem que irão encontrar um oásis logo à sua frente. Mas eles também sabem que existe a chance de se perderem no caminho.

O primeiro caminhante, com medo de se perder, decide manter os olhos e os ouvidos bem abertos. Então ele sofre com a intensidade dos raios do sol que lhe ofuscam a visão, sofre com as tempestades de areia que lhe arranham os olhos, e se assusta frequentemente com os muitos sons do deserto.

Apesar de tudo isto, ele decide manter os olhos e os ouvidos abertos, pois acredita que assim estará mais protegido, enxergando os escorpiões, percebendo a altura das dunas e ouvindo o chacoalhar das cascavéis. Mas ele se preocupa tanto com tudo isto, ele acelera tanto o passo sempre que se assusta com alguma coisa, muda de rumo tantas vezes para fugir do vento que joga areia em seus olhos, e se desgasta tanto, que provavelmente não conseguirá ter forças para caminhar até o final.

O outro caminhante também sabe dos escorpiões, das cascavéis, das dunas e de todos os perigos, mas ele decide colocar tampões nos ouvidos para não se assustar com os uivos do vento, e fecha os olhos para não ficar cego pelo sol e a areia. Afinal, ele está no deserto, e manter os olhos e os ouvidos abertos não irá ajudar a encontrar um oásis que ele não faz a menor idéia de onde fica.

Na verdade, este caminhante sabe que tanto ele quanto o amigo que decidiu ficar com os olhos abertos, estão caminhando às cegas. Então ele decide confiar em seu coração e segue caminhando a passos lentos, ritmados e contínuos.

No começo a dificuldade é enorme e ele pensa que não vai conseguir, que talvez o seu amigo tenha feito a escolha certa ao decidir ficar com olhos e ouvidos abertos, mas ele insiste um pouco mais e acaba percebendo que está encontrando um ritmo que é seu, e que neste ritmo e neste silêncio ele começa a ser capaz de ouvir sua própria sabedoria interior. E esta voz, que não é escutada pelos ouvidos físicos, vai aos poucos se tornando mais nítida e lhe orientando o caminho.

Também percebe que, apesar dos olhos fechados, torna-se cada vez mais fácil perceber os obstáculos antes de esbarrar neles, sentir a direção do vento, e perceber quando encontra uma subida ou uma descida mais íngreme. Percebe que trocou o olhar e a audição por percepções que não se limitam mais aos olhos e ouvidos, mas que se fazem sentir em todo o seu corpo. Ele vai tropeçar algumas vezes, mas como decidiu caminhar devagar, não sofrerá nada de muito grave e terá forças para seguir adiante até encontrar o desejado oásis.

Nós podemos seguir com os olhos e os ouvidos abertos, atentos a todos os problemas que acontecem no mundo e nos desgastando com eles, podemos nos importar com tudo o que é externo a nós. Ou podemos seguir confiando em nosso coração e caminhar pausada e lentamente de volta ao nosso próprio interior enquanto aprendemos a perceber o que existe à nossa volta usando muito mais do que nossa visão e nossa audição limitadas.

Quando aceitamos a Luz que Somos, tudo se torna mais fácil.
Quando nos abandonamos à Fonte, descobrimos que o caminho para o mais maravilhoso de todos os oásis, encontra-se em nossos corações.

http://minhamestria.blogspot.com
http://a-casa-real-de-avyon.blogspot.com/

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