
Só mesmo uma mente humana limitada e confusa para conceber algo como a teoria do caos. Esta crença coletiva tem impedido que a consciência de massa do planeta consiga expandir seus conceitos de Deus para uma inteligência superior por trás de cada evento que se sucede no mundo material.
Pela teoria do caos, uma eterna manifestação de acasos em cadeia seria responsável pela criação e manutenção do universo, do sistema solar, do sol, do planeta Terra, dos seres que vivem nele e de tudo o que acontece neste gigantesco palco. Bem como as leis da física que a ciência humana conhece, a tendência ao equilíbrio em todos os aspectos da natureza, os padrões que se repetem em toda forma orgânica... Até mesmo a crescente preocupação das pessoas com a espiritualidade seria obra do mais puro e admirável acaso.
A ciência repudia a divindade pressupondo que a explicação mais simples é a mais provável. Mas o que é 'simples'? Não seria mais simples que cultuar o acaso supor que por trás de manifestações inteligentes há uma inteligência (ou várias)?
"O bater de asas de uma borboleta pode provocar um furação do outro lado do mundo". E realmente pode, se esta for a vontade do Criador, ou do co-criador responsável por esta manifestação, o que no fim das contas dá no mesmo. Com certeza esta borboleta não estará sobrevoando a região por acaso, assim como não serão despropositados o local, a intensidade, o estrago e nem as consequências coletivas e individuais que o furacão causará. Todos os eventos estão interligados numa super-rede que compõe o UM.
A teoria do caos nos ensina a enxergar a manifestação física como o fim, o objetivo da existência; quando na verdade a fisicalidade não passa de um meio, um mecanismo de manifestação divina para que as cosnciências embutidas na matéria aprendam com esta experiência. É como um intrincado sistema de engrenagens: um simples movimento de uma delas implica no deslocamento de todas as outras, automática e inevitavelmente, numa impressionante dinâmica onde tudo é causa e tudo é efeito.
A teoria do caos não prevê a experiência co-criativa, pois projeta a energia criadora fora de nós, independente de nossa vontade, só nos restando, portanto, aceitá-la. Mas a partir do momento que nos consideramos consciências co-responsáveis com esta inteligência pela manifestação material, passamos a nos identificar com tudo que nos cerca. Tudo ao redor vira espelho e nos enxergamos tanto no que julgamos bom como no que julgamos ruim. Desta forma finalmente compreendemos na prática e sentimos na pele, com direito a arrepio, que tudo e todos somos Um.
EU SOU O CAVALEIRO N° 5 e também cabe a mim desconstruir.

Enviado por e-mail.
http://minhamestria.blogspot.com/
Nenhum comentário:
Postar um comentário