((((* "O QUE VEM SEMPRE ESTEVE AQUI, A PAZ ESTA DENTRO DE TI E SO VOCE PODE TOCALA, SER A PAZ SHANTINILAYA, NADA EXTERNO LHE MOSTRARA O QUE TU ES. NADA MORRE POR QUE NADA NASCEU, NADA SE DESLOCA PORQUE NADA PODE SE DESLOCAR VOCE SEMPRE ESTEVE NO CENTRO, NUNCA SE MOVEU , O SILÊNCIO DO MENTAL PERMITE QUE VOCÊ OUÇA TODAS AS RESPOSTAS" *)))): "ESSÊNCIAIS" "COLETÃNEAS " "HIERARQUIA" "PROTOCÓLOS" "VÍDEOS" "SUPER UNIVERSOS" "A ORIGEM" "SÉRIES" .

sexta-feira, 4 de março de 2011

NO DIVÃ DE SAINT GERMAIN - DAVID MARINHO

No divã de saint germain - david marinho


(Sigmund Germain)

Oi, pessoal. Vim compartilhar uma experiência que aconteceu comigo e que tem tudo a ver com o que Saint Germain tem falado nas canalizações de fevereiro, sobre liberar contrações, eliminar cargas de energia negativa associadas a memórias antigas que, sem percebermos, influenciam diariamente a nossa capacidade de ser luz.

Na última viagem que fiz (Natal-RN) conheci uma canadense que trabalha num centro espiritualista em Quebéc, o Institudo de Desenvolvimento da Pessoa. Ela me falou de um processo que é realizado lá, chamado Rebirth (Renascimento). Nele, cada participante é estimulado a colocar pra fora seus maiores medos, seus bloqueios, as travas que impedem uma liberdade completa e ancoram negatividade na pessoa. Me fez lembrar que eu ainda tinha uma boa quantidade dessas coisas pra liberar...

Nessa mesma viagem também tive a oportunidade de participar de uma temaskal. É uma espécie de sauna xamânica bem apertada, onde você fica quase que em posição fetal no mais completo escuro por horas a fio, num calor e umidade intensos. Simboliza o retorno ao útero da Mãe Terra, e o ato de sair lá de dentro seria como um renascimento. É um processo de cura que visa trabalhar traumas dos primeiros anos de vida e até mesmo do útero materno. Certamente os guias e outros irmãos maiores auxiliam cada um que entra lá com a intenção verdadeira de cura.

Outra oportunidade que tive foi a de tomar a famosa vacina do sapinho da Amazônia, o kambô (que viagem mais intensa, hein? rs..). É um poderoso antibiótico natural e ativador do sistema imunológico que está inclusive sendo pesquisado para uso no tratamento de várias doenças. Os índios também o utilizam como revigorante, “desmazelante” e até estimulante sexual (infelizmente não foi esse o caso). E se isso cura doenças do corpo físico é porque atua em nossos outros corpos, removendo cargas negativas acumuladas.

E agora a parte principal: nas duas últimas noites da viagem sonhei com a minha antiga casa, onde vivi parte da infância. Eu era uma criança considerada muito “danada”, “travessa”, sempre estava “aprontando alguma”. E para meus pais isso era sinônimo de dor de cabeça, aqueles eram comportamentos “inadequados” que deviam ser “corrigidos”, e a ferramenta para isso era repressão, fosse na forma de uma boa e velha surra, na base do grito ou até mesmo numa conversa pacífica para ensinar que “isso não se faz”. Mas na minha cabeça de menino eu estava apenas sendo eu, expressando livremente minha espontaneidade, exercitando o meu livre-arbítrio no momento presente, livre de ontens e amanhãs, certos e errados. E como todo menino traquino que tem uma irmã, vivíamos como cão e gato (mas era ela quem começava, tá? rs...), cada dia era uma briga, uma confusão. E como não poderia ser diferente no drama familiar, ela sempre me denunciava pros meus pais quando eu fazia alguma coisa “errada”. Atualmente nosso relacionamento é bastante diferente, até porque tivemos que dividir um apartamento por um ano e meio e isso ajudou muito a lavar possíveis carmas. Hoje nos damos muito bem, mas apesar disso ainda perco facilmente a calma com ela, além de ser um pouco cruel às vezes, como se estivesse descontando algo.

Depois dessa pequena introdução ao meu seio familiar, voltemos aos sonhos:

Como de costume, depois de acordar desses sonhos eu não lembrava muito bem do “enredo”, apenas do local e das pessoas envolvidas. Na segunda ocasião fui meditar assim que acordei, e começaram a me vir à mente lembranças de diversas situações que aconteciam naquela casa da minha infância. Uma delas foi da minha irmã me dedurando por uma traquinagem qualquer. Nesse momento tive um insight fortíssimo, que me arrepiou da base da coluna até o couro cabeludo!

Quem já leu outros textos meus deve ter me visto falar um bocado sobre culpa, um sentimento que (cada dia menos, principalmente depois dessa experiência) sempre esteve presente no meu dia-a-dia. Uma culpa sem motivo aparente, que me fazia ser um cara tímido, fechado, com a sensação de que minhas ideias e atitudes não eram adequadas para serem externadas, que eu deveria assumir uma postura externa bem diferente do que eu era por dentro. Aí matei a charada: esse sentimento de culpa nasceu nesse momento da minha infância, pelo fato de sempre ter sido repreendido por simplesmente ser o que eu era, uma criança feliz e extrovertida vivendo segundo a sua orientação interior. De tanto me falarem que era errado eu ser assim, comecei a acreditar. Os anos foram se passando e essa crença foi se se instalando em mim a nível celular, de modo que virou uma coisa inconsciente, automática (e que estava piorando com o passar dos anos) e me transformou num belo exemplar de adulto complexado... Mas agora que reacessei a origem da questão, fica muito mais fácil convencer minha mente de que não preciso me sentir desconfortável em determinadas situações, nem reagir “assim ou assado” quando me sentir “ameçado”, pois essa ameaça não existe, é só uma associação que faço a uma memória desagradável (ou um conjunto delas). Essa memória é parte do passado, não está presente no meu AGORA atual, e por isso não deve mais me influenciar dessa maneira. A raiz do problema foi eliminada, e o que me resta agora é alterar os padrões de comportamento que ficaram, mantidos apenas pelo costume, mas que estão enfraquecidos pela ausência da carga negativa que os originou.

Fiquei com uma vontade imensa de contar isso para minha irmã. Alguns dias depois liguei pra ela, contei toda essa experiência da viagem e dos sonhos, e aproveitei para perdoá-la por tudo que ela fez que tenha me ofendido ou magoado, pedir perdão por tudo que eu fiz que a tivesse ofendido ou magoado, e agradecer por todas as experiências que já tivemos juntos, que contribuíram para a minha evolução consciencial. Foi muito emocionante e me fez sentir mais amor por ela do que nunca, liberando um tantão de energias negativas entre nós.

Penso que é exatamente a esse tipo de coisa que o “seu Germano” se refere quando diz que está preocupado com as cargas negativas que estamos carregando através de antigas memórias desagradáveis, e que devemos nos livrar delas para conseguirmos ascensionar. Os traumas da infância são a maior causa de contrações nos adultos, e é importantíssimo que nos esforcemos para encontrar esses “pelos encravados” na alma e removê-los. Com sobrepeso não dá pra ascensionar, e essa lipoaspiração nas “gordurinhas” da alma é uma sessão de beleza fundamental para ficarmos lindos e cheirosos para a ascensão, rs...

Depois de todas essas experiências, pude perceber que essa viagem que fiz “estava escrita”. Toda a sincronicidade apontando pra esse propósito de limpeza e renascimento só poderia mesmo levar a um desfecho maravilhoso. E essa limpeza não veio por outro motivo que não fosse minha intenção e meus pedidos, para meu Eu Superior e outros Mestres, que me colocassem diante das situações mais intensas possíveis de superação de ego (tem muito mais coisa de ordem pessoal que aconteceu e também proporcionou muito crescimento, mas não cabe colocar aqui).

Incentivo a todos que também peçam essa assistência, pois estamos rodeados de amiguinhos multidimensionais apenas esperando o nosso pedido sincero de ajuda (eles estão aqui exclusivamente pra isso e ficam felizes em poder expressar o seu amor por nós). Mas tem que reforçar o pedido constantemente, se possível em cada meditação. PEÇAM para serem ajudados. PEÇAM assistência para superar o ego. PEÇAM para encontrar a raiz dos seus problemas. E o mais importante: abram-se de corpo e alma para o que vier como resposta. As contrações vão se intensificar, mas tenham sempre em mente que elas são a própria oportunidade de superá-las.

Espero poder ajudar a outr@s compartilhando essa minha experiência, os meus insights e as minhas interpretações das mensagens de Saint Germain. E obrigado pela paciência de terem lido o meu drama pessoal até o fim, rs... :)

Um grande abraço!
David

http://minhamestria.blogspot.com/

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